Espumas Acústicas

A Espuma Acústica é um tipo de revestimento que pode ser usada em todos os ambientes que necessitam de redução no ruído, tais como: auditórios, salas de treinamento, home theaters, centrais de telemarketing, escritórios, restaurantes, igrejas, bingos, lojas, cabines de som estúdios, e outros locais

Você com certeza já deve ter visto aquelas imagens de gravadoras e rádios com as paredes bem salientes e com formas variadas não é mesmo? Pois é aquilo é a chamada espuma acústica. E sim é normal elas ficarem a vista e acabarem fazendo parte da decoração do ambiente, se bem que não é esta a principal função desses materiais, não é mesmo?

Então temos que, as espumas acústicas servem principalmente para  controlar a acústica dentro de um espaço fechado específico, reduzindo assim o tempo de reverberação, ou seja eliminando o eco e fazendo com o que o som emitido se torne mais seco, o que garante a perfeita emissão e qualidade do som que é emitido. Vale lembrar também que o material usado para o isolamento acústico não é o mesmo usado para o isolamento de ambientes.

Vale lembrar que o isolamento acústico é tão bom quanto seu ponto mais fraco isso é, precisa-se associar o uso de espuma acústica a portas e janelas anti-ruído para evitar que o som se espalhe pela sala. 

Tipos de espumas acústicas

Há diversos tipos e modelos de espumas acústicas, todos eles com uma ampla gama de cores, que facilita a adequação da peça ao ambiente no qual será inserida.

Dentre esses diversos tipos podemos destacar os principais e mais procurados:

 Akustek 35 mm 500 x 500 senoidal  Sonex 50 mm  Skim plano  Sonique Abstract 30 mm 625 x 625 mm

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PRODUTOS 

A espuma Akustik Melamina é a melhor opção quanto a preocupação relativa ao fogo, pois atende os quesitos máximos de segurança exigidos pelo Corpo de Bombeiros.

Normas atendidas:
ABNT NBR 9442/1986
IT1O-classe A2
ASTM-e662-92
ASTM E-162
Sendo portanto segura para qualquer ambiente que necessite de tratamento acústico.
Algumas aplicações:

Boates - Casas noturnas - Cinemas - Teatros - Salas de Telemarketing, dentre outras.

OBS. Para maiores informações consulte nosso departamento de vendas.

Espuma absorvedora acústica de poliéter-uretano flexível, auto-extinguível, densidade 28 kg/m³ ou 35Kg/m³, disponível nos perfis Andes, Dunas, Senoidal e Sinus. Indicado para home theater, estúdio de locução, gravação e TV, telemarketing, técnica de estúdio, sala de compressor, sala de geradores, casa de máquinas e de bombas, igrejas, call-centers, restaurantes.

PRODUTOSPRODUTOS
 

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Revestimento acústico

 O Sonique Wave é um modelo ondulado fornecido em placas de 625 x 625 mm.

 

                                                                                                                                          

Bass Strap        

 

Wave MOD.:
25/10
MOD.:
35/10
MOD.:
45/10
MOD.:
50/10
MOD.:
75/30
A 25mm. 35mm. 45mm. 50mm. 75mm.
B 10mm. 10mm. 10mm. 10mm. 30mm.

   

Sonique Wave com manta isolante

 

Ondulado com manta isolante em placas de 625 x 625 mm.
Este modelo possui duas funções: absorção e isolamento acústico.

 

Detalhe sonique wave - modelo ondulado fornecido em placas

 

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Placa Acústica Sonex illtec Perfilado

 

Utilizando o princípio das cunhas anecóicas para multiplicar a área de absorção, o Sonex illtec possui excelente desempenho acústico, representando a melhor solução para equalização dos ambientes de áudio profissional, como estúdios de gravação, locução, rádio e TV. 

A formulação especial de Sonex illtec permite sua utilização em casas de máquinas, piscinas cobertas, barcos, entre outros. 

  

Detalhes Técnicos


 

 

 

 

 

 

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                     Basstrap AB da Acústica Brasília          

Acústica Brasília oferece muitos tipos de armadilhas de baixo acústico. armadilhas de graves são mais bem colocadas nos cantos verticais ou horizontais da sala, para absorver o som de baixa frequência, criando uma melhor clareza baixo. As armadilhas de graves são feitas usando Classe Um incêndio classificado espuma acústica ou fibra de vidro acústico placa acústica confrontados com muitas opções de tecido. As armadilhas de graves são usados na gravação e transmissão estúdios e salas de controle, salas de música, home theaters e salas de audição.

 

 
 

SISTEMAS DE ABSORÇÃO SONORA PARA BAIXAS FREQUÊNCIAS

De forma a obter uma melhoria na qualidade sonora do ambiente, devem ser tratados os modos acústicos de baixa frequência. Este tratamento consiste em minimizar os modos acústicos mais fortes e assim obter uma resposta em frequência mais uniforme em toda a sala.

Uma vez que o comprimento de onda nestas frequências é muito grande, não é qualquer material ou sistema que as absorve. O desafio consiste em desenvolver um tipo de material ou sistema que seja absorsor de tais frequências (50 aos 250 Hz).

Existem vários tipos e formas de absorsores de baixas frequências. Estes absorsores são vulgarmente designados no mercado como bass-traps, bass-corners ou tube-traps. A Figura 3.1 exemplifica quatro possibilidades para assegurar a absorção das baixas frequências numa sala pequena. 

 

Figura 3.1 - Quatro formas possíveis de absorção de baixa frequência para os cantos de uma sala: (A) ressoador de Helmholtz; (B) tube-trap; (C) snap-trap; (D) korner killers [6] 

A Figura 3.1 - A é um ressoador de Helmholtz construído no canto da sala. Este pode ser constituído por painéis perfurados ou ripas espaçadas. Normalmente é deixada uma profundidade média triangular ou um espaço de ar na parte de trás do ressoador de forma a assegurar uma maior absorção na gama das baixas frequências. O facto de se optar por painéis ranhurados, ou seja, por ripas de madeira devidamente espaçadas, é que estas, quanto maior for o seu estreitamento e quanto mais profundas forem as suas ranhuras, mais baixa é a frequência de máxima absorção. No entanto, o problema ao optar por este tipo de dispositivo é relativo à escolha de um painel perfurado com a correta área aberta de acordo com a funcionalidade da sala, caso contrário este tipo de absorsor funciona apenas na absorção das frequências médias a altas.

As tube-traps (Figura 3.1- B) são absorsores cilíndricos disponíveis em vários tamanhos em que quanto maior o diâmetro, mais eficaz é a absorver as baixas frequências. O menor tamanho, 23 cm de diâmetro, absorve frequências graves até 90 Hz. O modelo de 33 cm absorve até 70 Hz. Os maiores modelos de 41 e 51 cm absorvem até aos 55 e 30 Hz, respetivamente [6]. Usualmente, a altura padrão de um tube-trap é de aproximadamente 1,50 m, no entanto podem ser personalizadas e até ser alteradas in situ. Estes sistemas de absorção de baixas frequências facilmente se empilham. São cilindros fibrosos constituídos por uma estrutura de arame que, atuando em conjunto funcionam como cavidades de ressonância [6]. As baixas frequências são facilmente absorvidas (abaixo dos 400 Hz) penetrando na membrana superficial, por sua vez, as altas frequências são refletidas a partir desta e pela zona refletora existente no próprio tube-trap. 

O tratamento de canto representado na Figura 3.1- C é constituído por uma membrana acústica em forma de meia-lua. Esta membrana curva fornece um ângulo de reflexão acima dos 500 Hz [6]. Por sua vez, o espaço de ar atrás do painel acústico garante uma absorção nas baixas frequências. Uma das suas melhores características é a sua portabilidade que pode ser facilmente configurada de acordo com as exigências.

Um outro tratamento de canto possível é o exemplificado na Figura 3.1- D. Este dispositivo é denominado de Triffusor e está especialmente adaptado para o controlo acústico variável, com um lado absorvente, um lado de difusão e uma outra face refletora. O Korner Killer é uma adaptação do Triffusor com as faces de absorção na direção dos cantos e o lado difusivo na direção da sala. Este lado, não só difunde a energia sonora que sobre ele incide, mas também reduz a amplitude da energia que voltou para a sala [6]. 

Com um par de qualquer um dos dispositivos representados na Figura 3.1 têm-se como efeito um benéfico controlo modal. Caso seja necessário acentuar este efeito, é adicionado mais um par de dispositivos de forma a melhorar os problemas resultantes da ressonância da sala. 

O facto de estarem localizados no canto das salas deve-se à máxima pressão concentrada nesta zona da sala e devido ao facto de qualquer onda sonora, ao atingir um canto, ser redirecionada para a fonte, independentemente do ângulo de incidência – “efeito de canto”. Na grande maioria dos casos, os absorsores porosos são colocados nessa posição da sala, uma vez que os modos têm uma máxima pressão nos cantos e a velocidade das partículas é muito baixa, logo a absorção é bastante eficaz. A absorção pode ainda ser ampliada ainda através da introdução de um amortecimento adicional na caixa-de-ar, no entanto este procedimento reduz a eficiência de absorção máxima. Uma solução alternativa é a utilização de uma série de módulos, cada um deles ajustado de forma a trabalhar de um modo diferente uma banda de terço de oitava para a absorção de banda larga mais geral. Mas uma quantidade considerável do limite de espaço deve ser coberta com absorvente sonoro, de forma a obter absorção de maior gama de baixas frequências [17]. 

Os bass-traps descritos são então considerados uma das soluções mais eficazes para suavizar os efeitos dos modos acústicos de baixa frequência, cuja existência é frequentemente associada ao boom presente nas salas. Estes sistemas, têm como objetivo uma melhoria na resposta destas frequências. Pretende-se ainda que sejam de fácil instalação. 

Apresentam-se de seguida, alguns exemplos de bass-traps existentes no mercado.

Havsvåg BT, Kubus e Basskutt (Figura 3.2 (A), (B) e (D), respetivamente (da Skum Acoustics) [17]) são dispositivos especialmente selecionados para os cantos das salas. Pretende-se com estes equipamentos, um maior alcance na precisão na acústica das baixas frequências colocando-os nos cantos mais próximos do ponto de audição. O dispositivo relativo à Figura 3.2 (C) apresenta um design mais versátil, com três posições de montagem, duas planas e uma angular (Figura 3.3). A sua posição angular permite assim uma formação de uma caixa-de-ar na retaguarda do painel, favorecendo assim a absorção em baixas frequências. Pode ainda ser usado como painel absorvente de forma a controlar a redução de reflexões nas médias e altas frequências. Todos estes materiais são constituídos por uma espuma acústica (ZH FR25).

 

Figura 3.2 - Bass-traps: (A) Havsvåg BT; (B) Kubus; (C) Kotka; (D) Basskutt [18]

 

 

 

Figura 3.3 - Possibilidades de montagem - painel kotka [18]

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A Espuma Acústica é um absorvedor sonoro desenvolvido para proporcionar total conforto acústico em ambientes fechados, adequando a reverberação do som e minimizando o barulho indesejável. 

O conforto ao seu alcance

A linha de produtos Espuma Acústica, vem a atender um mercado carente de inovações e tem apresentado resultados surpreendentes a todos aqueles que buscam eficiência em tratamentos acústicos.

Absorção sonora

É a propriedade que alguns materiais possuem de dissipar a energia sonora que incide sobre eles, através da transformação da energia mecânica vibratória em energia térmica. 

A onda sonora ao incidir sobre esses materiais faz com que o ar neles contidos, transmita a vibração da onda sonora nas paredes dessas células, as quais vibrando transformam­ se em calor, efeito imperceptível devido a fácil dissipação deste no ambiente. 

Espumas acústicas Heme Isolantes perfeita absorção sonora! 

Isolação sonora

As ondas-sonoras que incidem nos elementos construtivos das edificações tais como paredes, pisos e tetos, produzem vibrações através de pequenos movimentos nas superfícies e transmitem som de um ambiente para outro, assim como ruídos exteriores do trânsito, aviões ferrovias, etc.

Espumas acústicas Heme Isolantes perfeita isolação sonora!

Lamentamos muito a tragédia ocorrida , na Boate Kiss,  em Santa Maria – RS, e  nos solidarizamos com os familiares  das vítimas. 

A mídia tem divulgado que “as chamas teriam sido produzidas por faíscas que alcançaram o teto do palco da boate, encapado por uma espuma usada como isolamento acústico”.

Apenas como informação, no programa Fantástico de 27.01.13 e no jornal da Record de 28.01.13, há um trecho da reportagem que mostra claramente um pedaço desta espuma “convencional” de mercado utilizada como parte do revestimento do teto.